quarta-feira, 12 de maio de 2010

Leitura de cérebro já levou a prisão de indiana

Mecanismos para detectar mentiras são antigos. Vários tipos de polígrafo foram inventados já no começo do século 20, com questionável eficiência.

Assim, em 1998 a Suprema Corte Americana decidiu que não havia evidências de que polígrafos eram confiáveis o suficiente para serem utilizado em tribunais.

De lá para cá, porém, advogados daquele país voltam a insistir na sua utilização nos tribunais americanos. Eles argumentam que as novas tecnologias, envolvendo mapeamento cerebral com fMRI, são mais precisas.

O último caso aconteceu na semana passada, em Nova York, em um caso de assédio sexual no trabalho. O juíz negou o uso de fMRI para saber quem estava falando a verdade.

Na Índia, porém, a técnica já foi utilizada.

Em 2008, a indiana Aditi Sharma teria envenenado um lanche do McDonald's que o ex-marido comeu. Mais de 30 eletrodos mapearam seu cérebro, disseram que ela era culpada, e ela foi condenada, apesar de negar o crime.

No Brasil, polígrafos também não costumam ser usados.

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