quinta-feira, 15 de julho de 2010

comente qual plano de saude voce prefere

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Os planos de saude e as coberturas previstas são:

Plano Ambulatorial:

  • Consultas em número ilimitado em consultório e ambulatório;
  • Exames complementares e outros procedimentos realizados em ambulatórios, consultórios e clínicas;
  • Atendimentos e procedimentos de urgência e emergência até as primeiras 12 horas;
  • Os exames que não exijam permanência em hospital por um período superior a 12 horas devem ser cobertos nessa modalidade de convenio medico;
  • Nos procedimentos especiais tem-se cobertura para hemodiálises e diálise peritonial, quimioterapia ambulatorial, radioterapia, hemoterapia ambulatorial.
  • Não cobre internações hospitalares.

Plano Hospitalar sem Obstetrícia:

  • Ccobertura de internações hospitalares com número ilimitado de diárias, inclusive em UTI, além de exames complementares, transfusões, quimioterapia, radioterapia, medicamentos anestésicos, taxa de sala nas cirurgias, materiais utilizados durante o período de internação
  • Urgência e emergência que evoluírem para internação ou que sejam necessários à preservação da vida, órgãos e funções;
  • Exames complementares realizados durante o período de internação hospitalar e procedimentos em hemodinâmica;
  • Os procedimentos especiais incluídos são os de hemodiálises e diálise peritonial, quimioterapia, radioterapia, com radiomoldagem, radioimplante e braquiterapia, hemoterapia, nutrição parenteral ou enteral, procedimentos diagnósticos e terapêuticos em hemodinâmica, embolizações e radiologia intervencionista, fisioterapia;
  • Acompanhamento clínico pós-operatório de pacientes transplantados (rim e córnea);
  • Não cobre consultas e exames fora do período de internação.

Plano Hospitalar com Obstetrícia:

  • Acresce ao plano hospitalar a cobertura de consultas, exames e procedimentos relativos ao pré-natal, à assistência ao parto e ao recém-nascido, natural ou adotivo, durante os primeiros 30 dias de vida contados do nascimento ou adoção.
  • Garante também a inscrição do recém-nascido como dependente, isento do cumprimento de carência, desde que a sua inscrição ocorra no prazo máximo de 30 dias após o nascimento;
  • Nessa modalidade estão incluídos os mesmos exames do Plano Hospitalar, acrescentando-se os relativos ao pré-natal, parto e assistência ao bebê nos primeiros 30 dias de vida;
  • Como procedimentos especiais estarão incluidos os mesmos exames do Plano Hospitalar.

Plano Odontológico:

  • Procedimentos odontológicos realizados em consultório, incluindo endodontia, periodontia, exames radiológicos e cirurgias orais menores realizadas em nível ambulatorial sob anestesia local;
  • É assegurada a cobertura de exames de radiologia realizados em consultório.
  • Atendimentos de urgência e emergência.

Plano Referência:

  • É a modalidade de plano de saude mais completa e compreende assistência médico-hospitalar para todos os procedimentos clínicos, cirúrgicos e os atendimentos de urgência e emergência.
  • Nessa modalidade de plano de saude tem-se a cobertura para realização de todos os exames e procedimentos especiais previstos nos planos ambulatorial e hospitalar.

As operadoras e seguradoras podem oferecer combinações diferentes de planos como, por exemplo, plano ambulatorial + hospitalar com obstetrícia, plano ambulatorial + odontológico ou, ainda, plano hospitalar + odontológico. Cabe a você escolher aquele que lhe é mais adequado e que ofereça mais vantagens.

As empresas de saúde privada podem oferecer planos de saúde com cobertura local, regional, nacional e até internacional. Se você não tem o hábito de viajar para o exterior, não contrate esta última, pois, com ela, o preço pode ser consideravelmente maior, pesando em seu orçamento.

Veja agora as empresas de planos de saude e comente aquela que mais lhe agrada
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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Médicos criticam prática de dietas ‘bizarras’ para emagrecer

Médicos endocrinologias e especialistas em glândulas ouvidos pelo Fantástico criticaram dietas “bizarras” que as pessoas fazem para emagrecer. As mais variadas dietas estranhas, no entanto, não ajudam a emagrecer com saúde, garantem os especialistas.

Veja o site do Fantástico

Entre as dietas mais estranha existe uma até que promete prevenir os sintomas da tensão pré-menstrual (TPM) e evitar que a mulher coma demais. “De todas as dietas que eu fiz a que eu mais gostei foi a da TPM (...) vai ser montado um cardápio de alimentos que vão prevenir os sintomas da TPM e ele funcionam muito bem, eu perdi peso e ganhei felicidade e tranqüilidade”, conta a dona de casa Liz Polania.

A estudante Adriana Sandoval, por sua vez conta que já fez muitas dietas. “Já fiz dieta do chá, dieta da bolacha de água e sal, dieta das frutas, dieta do nada, que não come nada, vive de água, de luz”.

Leonardo Fae diz que já fez uma dieta em que ingeria limão em jejum. Ele diz ter perdido sete quilos com este regime. “Fiz a dieta do limão (...) Tu inicia com um limão em jejum puro e vai até dez, quando dá dez você começa a retornar”. Adriana diz que também fez essa dieta e só conseguiu “uma gastrite crônica” como resultado.

Médicos criticam a prática das dietas bizarras. João Alberto Ferreira Mattos destaca a possibilidade de uma gastrite com a dieta do limão. “Não funciona. E a vida inteira chupando limão? Quando as pessoas acordam de mau humor, aquelas pessoas mal humoradas, o que foi, chupou limão hoje cedo?”, brinca.

Para a médica Zuleika Halpern, a mais absurda é a dieta em que as pessoas dizem se “alimentar de luz”. “Para mim, a mais absurda de todas é aquela que as pessoas se alimentam de luz. Tudo tem um limite na vida”.

Fazer dieta mastigando trinta e duas vezes cada porção de comida também não funciona, segundo os médicos. “Essa é uma das dietas da lista das esdrúxulas. Você calcula e depois da quinta garfada quem está em volta levanta e vai embora”, diz Mattos.

No cardápio das dietas bizarras existem ainda as que determinam que só se pode comer papinha de neném ou as que fazer um cardápio de acordo com o tipo sanguíneo. Existe até dieta espiritual que promete emagrecer com receitas do "além".

Para o médico Pedrinolla, é possível brincar até de criar uma “receita mágica” para os chocólatras. “A gente pode inventar aqui rapidamente a dieta do bombom(...) A pessoa vai emagrecer se ela comer só cinco bombons por dia e água, por exemplo”.

Os médicos destacam que para emagrecer não há outro jeito além de escolher alimentos de modo saudável e fazer atividades físicas. Pedrinolla destaca que nem é preciso fazer atividades físicas em grande quantidade, mas sim com frequência. “Sobre atividade física, a má notícia é que tem que fazer, a boa é que não precisa fazer tanto, mas tem que ter regularidade”. Ele destaca que o emagrecimento acontece quando a quantidade de calorias gastas é superior às ingeridas.

A médica Zuleika destaca a atenção à quantidade que se deve comer de cada alimento. “Não dá para comer tudo o que gosta todo dia, a quantidade que quer, a hora que quer, então tem que ter uma certa disciplina até pra comer”. Ela ressalta que se o regime não for equilibrado a pessoa pode voltar a comer até mais do que antes quando abandonar a dieta.

Vazamento no Golfo do México é \'pior desastre dos EUA\'

O vazamento de petróleo no Golfo do México é o pior desastre ambiental da história dos Estados Unidos, segundo a principal assessora para Energia da Casa Branca, Carol Browner.

Browner disse também que os americanos estão preparados para "a pior situação", ou seja, que o óleo continue a vazar até agosto.

A empresa petrolífera BP, responsável pela plataforma Deepwater Horizon que explodiu em 20 de abril, matando 11 pessoas e iniciando o desastre, afirmou que vai utilizar uma nova estratégia para tentar conter o vazamento.

O representante da BP Doug Suttles destacou, no entanto, que não há garantias de que o esquema vai funcionar e, mesmo que funcione, será capaz de controlar a maioria do vazamento, não interrompê-lo totalmente.

Pelo menos 75 milhões de litros de óleo já vazaram no Golfo do México, atingindo mais de 110 quilômetros do litoral do estado americano da Louisiana.

"Mais petróleo está vazando no Golfo do México agora do que em qualquer outra época da nossa história. Isso significa que é mais óleo do que o Exxon Valdez (navio que vazou na costa do Alasca em 1989)", afirmou Browner, em entrevista à rede de TV americana NBC.

Solução definitiva

Ela disse ainda esperar que o plano mais recente da BP funcione, mas admitiu que ele seria apenas uma medida temporária e que a única solução definitiva pode vir a ser a perfuração de um poço secundário, que já está em andamento, mas ainda levará pelo menos dois meses até ser completada.

Browner disse que a BP foi orientada a não perfurar um outro poço de apoio, caso o que está sendo feito não funcione.

A nova solução apresentada pela BP deve ser posta em prática nos próximos quatro dias. Ela prevê a utilização de submarinos-robô para entrar na tubulação danificada e cortá-la de forma que um novo tubo possa ser encaixado.

No entanto, a BP salientou que isso nunca foi feito a uma profundidade de mais de 1,5 quilômetros e que "a aplicação bem-sucedida do sistema de contenção não pode ser garantida".

O sistema proposto pela petroleira é parecido com a solução de um cone gigante, abandonada há semanas após tentativas fracassadas.

Em outra entrevista na televisão, o diretor-administrativo da BP, Robert Dudley, afirmou que a empresa está aprendendo com as suas tentativas fracassadas e continuará a tentar resolver o problema.

'Hora de passar à próxima opção'

Ele disse que até o fim da semana, a empresa vai saber se o novo plano deu certo. Pouco antes, Suttles admitira que a operação anterior, de "entupir" o poço com lama e sucata não deu resultados.

"Não fomos capazes de superar o fluxo do poço, então agora acreditamos ser a hora de passar à próxima das nossas opções", disse.

Ele acrescentou não "saber ao certo" porque a ideia anterior falhou.

A companhia disse já ter aplicado mais de US$ 940 milhões (cerca de R$ 1,7 bilhão) até agora com suas tentativas de conter o vazamento.

Na sexta-feira, o presidente americano visitou a região pela segunda vez desde o início do vazamento, e disse que o governo fará "o que for necessário" para ajudar as pessoas afetadas pelo vazamento.

"É enfurecedor e triste, e nós não vamos descansar enquanto este vazamento for contido, enquanto as águas e costa estiverem limpas, e enquanto as pessoas injustamente punidas por este desastre causado pelo homem forem reparadas", afirmou Obama.

Ele prometeu ainda triplicar o número de pessoas que trabalham nas operações de limpeza do vazamento no Golfo do México, atualmente em mais de 20 mil civis e 1,4 mil membros da Guarda Nacional.

Obama disse que assumirá a responsabilidade por "resolver a crise", mas afirmou que a BP pagará os custos do "enorme dano".

domingo, 30 de maio de 2010

Comparar salário com amigos pode trazer infelicidade, diz pesquisa

Comparar o próprio salário com os de amigos e familiares pode levar à infelicidade, segundo afirma um estudo realizado na França.

Pesquisadores da Escola de Economia de Paris analisaram dados de um levantamento europeu para descobrir que três quartos dos entrevistados disseram considerar importante comparar seus rendimentos com os dos outros.

Mas aqueles que comparavam os salários se diziam menos contentes, principalmente os que olhavam os salários de amigos e familiares ao invés dos de seus colegas.

O estudo, publicado na revista acadêmica "Economic Journal", diz que os mais pobres são os mais afetados.

Satisfação
Os pesquisadores usaram dados de uma pesquisa que entrevistou 19 mil pessoas em 24 países da Europa.

As repostas mostraram que quanto mais importância as pessoas davam a comparações de salários, mais baixo elas se consideravam em relação a níveis de satisfação com a vida e de padrão de vida, além de se sentirem mais deprimidas.

A pesquisa não identificou diferenças entre homens e mulheres em relação a quanto eles comparam seus rendimentos com os de outras pessoas.

A limitação das comparações de salários com os colegas de trabalho parece ser menos nociva. Segundo o estudo, a comparação com amigos pode gerar até duas vezes mais infelicidade que a comparação com colegas.

Segundo os pesquisadores, a comparação do salário com os de colegas de trabalho pode ajudar a impulsionar os sentimentos sobre as perspectivas de renda futura.

"Olhar constantemente para os outros parece tornar o mundo um lugar menos feliz e mais desigual", concluíram os autores do estudo.

Pobres
A pesquisa descobriu ainda que as pessoas de países mais pobres comparam mais seus salários do que as pessoas nos países mais ricos e, dentro dos países, as pessoas mais pobres comparam mais os salários do que as pessoas mais ricas.

"Eu achava que as pessoas ricas comparassem mais, porque quando você está no fundo da escala o que realmente importa é conseguir o mínimo necessário, mas não foi isso o que vimos", disse o coordenador da pesquisa, Andrew Clark.

Para o professor Cary Cooper, especialista em psicologia organizacional e saúde na Universidade de Lancaster, o tipo de pessoa que se compara constantemente com outros pode sofrer de insegurança.

"A comparação com colegas de trabalho é justa, mas com amigos de escola que tiveram as mesmas oportunidades, você pode pensar: 'Eles se deram muito melhor, então eu devo ser menos competente'", diz Cooper.

"Eu aconselharia as pessoas a não se compararem e a serem felizes com o que elas são e com a situação em que elas estão - e lembrar que aquelas pessoas com quem você está se comparando podem não estar mais satisfeitas", afirma.

Moradores pedem mais ação de BP e Obama contra vazamento nos EUA

Moradores e autoridades do Golfo do México, nos Estados Unidos, pediram à British Petroleum e ao governo federal neste domingo a fazer mais para salvar a costa da poluição depois que a gigante de energia falhou em uma tentativa de conter o pior vazamento de óleo da história norte-americana.

O fracasso do chamado "top kill", técnica para selar o poço defeituoso, desencadeou uma maré de raiva e frustração que se mostra um grande desafio para o presidente Barack Obama, que agora chama o vazamento de uma calamidade causada pelo homem. Obama enfrenta críticas de que seu governo reagiu com muita lentidão.

"Estou arrasado... estamos morrendo uma morte lenta. Toda vez que o óleo invade um pedaço, uma parte da Louisiana desaparece para sempre", disse Billy Nungesser, presidente da paróquia de Plaquemines, uma das áreas mais afetadas da costa após 40 dias de vazamento.

beachEquipe limpa praia contaminada em Grand Isle, no estado americano de Luisiana, neste domingo (30). (Foto: AP)

Após desistir de uma tentativa de bombear fluidos pesados e materiais selantes no poço defeituoso no sábado, engenheiros da BP agora buscam outra alternativa para tentar conter a poluição.

Mas a empresa alertou que o novo procedimento, que buscará encaixar uma tampa de contenção sobre o poço, pode levar de quatro a sete dias e mesmo assim seu sucesso não é garantido.

Uma solução mais confiável, um poço de alívio já sendo perfurado, só será finalizada no início de agosto.

Isso significa que o óleo continua a vazar diariamente nas águas do golfo, alimentando uma enorme mancha fragmentada que já poluiu manguezais ricos em vida selvagem e pesca na Louisiana.

"Este provavelmente é o maior desastre ambiental que enfrentamos em nosso país", disse Carol Browner, principal conselheira de energia da Casa Branca, no programa "Meet the Press" da NBC.

Falando ao programa "Face the Nation" da CBS, Browner disse que o vazamento pode continuar até agosto e que o governo está se "preparando para o pior".

Enfrentando grande pressão do governo e do público, o diretor-gerente da BP, Robert Dudley, disse à CNN: "Iremos redobrar nossos esforços para garantir que o óleo seja mantido longe das praias".

No sábado, Obama classificou o vazamento contínuo de "um ataque às pessoas da região do Golfo do México, ao seu modo de vida e à riqueza natural que pertence a todos nós".

Engenheiros da BP avisaram para risco em plataforma

Engenheiros da BP avisaram para risco em plataforma

Apesar de petroleira britânica ter sérias preocupações sobre instalação, não respeitou sua própria política de segurança, diz NYT

AFP | 30/05/2010 11:07

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Foto: Reuters

Satélite registra mancha de petróleo causada pelo vazamento

Apesar de a petroleira britânica BP ter sérias preocupações quanto à plataforma que explodiu e afundou, causando um vazamento de petróleo no Golfo do México, não respeitou sua própria política de segurança, afirmou neste domingo o jornal The New York Times, citando documentos internos da companhia.

Os documentos também mostram que a BP estava preocupada com a segurança de sua plataforma muito antes do que assinalou ao Congresso na audiência da semana passada.

Em 22 de junho de 2009, os engenheiros expressaram sua preocupação de que o revestimento de metal que a BP queria usar no poço pudesse sofrer um colapso sob altas pressões, afirma o New York Times. "Seria o pior dos cenários possíveis", afirmou Mark Hafle, engenheiro de perfurações da BP, em um relatório interno citado pelo jornal. "Já vi esse tipo de coisa acontecer, ou seja, pode acontecer", alertou.

No entanto, a companhia seguiu adiante depois de obter uma permissão especial, que violava suas próprias políticas de segurança e padrões de projeção, acrescenta o documento. Os informes internos não explicam, no entanto, por que a companhia permitiu essa exceção.

Na véspera, a BP admitiu que a arriscada operação para conter um vazamento de petróleo fracassou, acrescentando que se buscará uma nova estratégia. "Depois de três dias inteiros tentando selar o vazamento, fomos incapazes de conter o fluxo" de petróleo, disse o chefe de operações da BP, Doug Suttles, em uma entrevista coletiva à imprensa.

"Tomamos a decisão de passar para uma nova opção" nos esforços para obter êxito na operação, acrescentou. Questionado sobre o que falhou na última operação, batizada 'Top kill', Suttles disse que não sabe. "Não temos claro", explicou. "Não fomos capazes de conter permanentemente o fluxo", acrescentou.

A guarda costeira americana disse estar decepcionada com o anúncio. "Obviamente estamos muito decepcionados com o anúncio, e sei que todos vocês estão muito ansiosos para ver esse poço tapado", disse a oficial da Guarda Costeira, Mary Landry.

Agora os esforços ficarão concentrados em cortar canos danificados que estão no fundo do oceano, para que depois seja instalado um receptáculo ou contêiner para acumular o petróleo despejado, para depois bombeá-lo para a superfície.

A BP e a Guarda Costeira estimaram que levará entre quatro e sete dias para que o artefato - batizado "Lower Marine Riser Package" (LMRP) - possa ser instalado. A operação frustrada, altamente delicada e sem precedentes na profundidade de 1,5 mil metros, consistia em jogar no vazamento uma mistura de água e de materiais sólidos.

A BP, que explorava uma plataforma que afundou no dia 22 de abril e causou a catástrofe, também injetou destroços para facilitar o trabalho de contenção. O petróleo se espalhou pelo golfo a um ritmo de 2 a 3 milhões de litros por dia depois do naufrágio da plataforma Deepwater Horizon, segundo especialistas a serviço do governo americano.

Na sexta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu "continuar fazendo tudo o que for necessário para que os americanos e seus meios de vida fiquem a salvo do vazamento".

Obama disse ainda que ordenou à secretária de Segurança Interna, Janet Napolitano, e ao coordenador das operações no Golfo, almirante Thad Alle, que "tripliquem os efetivos onde a mancha de óleo alcançou o litoral" ou onde pudesse chegar até este sábado.

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